Tivemos que fazer uma expressão artística sobre a morte, que relacionasse matemática e computação, fizemos o soneto da Morte:
No instante da solidão, eu existo
Ali ouve-se um canto fúnebre, meu pranto
Onde, em meu íntimo translucidamente consisto.
Na esperança de um pequeno acalanto.
Já pensei em desistir, mas persisto
Nessa existência imortal de desencanto
Ondulante, invisível de dor eu me visto
Para espalhar o meu melancólico canto
Sou filha das trevas e da névoa densa
Que leva como castigo a memória imensa
De todos os corpos frios, sem vida
Nessa profunda ânsia delirante
Quero sentir, mesmo que por um instante
A delicadeza de ser querida.

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